Food Design: Mais que um alimento, uma memória

Você já pensou que o alimento que compramos pode ser projetado para garantir uma boa experiência? É esse o papel do food design, que molda como os clientes vão se relacionar com a marca e um produto alimentício.

Há muito tempo, a psicologia se tornou uma das vertentes do Rão que se preocupa com a jornada de compra do consumidor. Com isso, nasceu a ideia de estimular os nossos sentidos a partir da alimentação.
As linhas, formas, espaços, cores e texturas podem tornar aquele instante único. Em outras palavras, o food design existe para que o momento de consumo permaneça na memória do cliente. Este é um conceito essencial para a manutenção do nosso negócio no mercado.

A gente sabe relação entre ser humano e alimento vem passando por diversas transformações ao longo dos anos. Durante o processo evolutivo do homem, o ato de se alimentar — que anteriormente envolvia apenas os aspectos nutritivos, ou seja, o “comer para sobreviver” — passou a envolver cada vez mais a degustação e a mobilização dos cinco sentidos. É justamente aqui que entra o conceito de Food Design.

Os elementos visuais e sensoriais utilizados na elaboração dos nossos alimentos são estruturados por meio de conceitos fundamentais do design. Todas as formas, linhas, espaços, cores e texturas são pensadas e aplicadas não só para aprimorar a estética, como também para criar funcionalidade e transmitir as visões e valores da marca. E é a partir dessa satisfação de estar em contato com o produto e a marca que se consegue a fidelização.

Em 2007 o Food Design foi subdivido em seis categorias para melhor entendimento de sua aplicação. Sendo elas:

  • Design com comida: a comida é considerada o objeto do design, levando em consideração os aspectos sensoriais (sabor, consistência, cor, textura, etc). Essa categoria abrange a arte culinária realizada pelos chefes.
  • Design para alimentos: aplica-se para os materiais que fazem parte da preparação, distribuição e comunicação dos alimentos. O exemplo mais comum são as embalagens do produto, que não terá a função somente de acondicionamento ou transporte, mas sim de comunicação do produto. Nesse sentido, o produto/marca terá mais chances de ser reconhecido e lembrado.
  • Design de espaços alimentares: Se encaixa nessa categoria a criação de espaço alimentares, levando em consideração os materiais, cores, iluminação, uniforme e forma de atendimento.
  • Produto alimentar: Nesse caso, enquadra-se projetos de alimentos produzidos em escala industrial, como macarrão, chocolate, conservas, está presente nas prateleiras dos supermercados.
  • Comendo design: É a situação em que as pessoas se integram com a comida. Sendo esse processo de interação de pessoas e alimentos, um dos aspectos mais complexo, já que leva em conta muitas variáveis de aplicação. A empresa NYC Food Design Pinch é um exemplo, pois servia a comida pendurada em guada chuva, o que faz dessa experiência inesquecível.
  • Projeto de serviço de alimentação: É a aplicação do conceito de design de serviço nos alimentos , considerando as atividades que acontecem ao longo do tempo, com metas e resultados a serem alcançados. Um exemplo é o aplicativo Too Good To Go, em que se é vendido o que sobra nos restaurantes por um preço baixo, ou seja, esses alimentos não serão desperdiçados.

Agora que você já sabe o conceito por trás dos nossos produtos, que tal baixar o nosso aplicativo e viver de fato a experiência rão.

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